DRI é inspirada e faz uma homenagem às paredes sangrentas de Adriana Varejão e em toda a força simbólica presente em sua produção. As mãos, apesar de feridas, carregam a luz em um gesto de oferenda - um símbolo de entrega, permanência e sublimação da dor. Entre a brutalidade da matéria e a delicadeza da luz, DRI constrói um equilíbrio poético entre o sofrimento e a transcendência.
Peça única e exclusiva que não será reproduzida a não ser a prova do artista (PA)